terça-feira, 5 de maio de 2009

Whatever works


Muita expectativa: o meu querido, amado, idolatrado, salve, salve! Woddy Allen acaba de lançar seu último filme (ele estreia um filme por ano, conforme combinamos, de modo a manter minhas esperanças em um futuro melhor, com um filme novinho em folha para ser apreciado). Pois neste ano, após uma temporada filmando na Europa – três obras rodadas na Inglaterra e uma na Espanha – Allen retorna a sua New York com Whatever works, que conta a estória de um judeu excêntrico(!), interpretado pelo comediante Larry David, um dos criadores da genial série de tevê Seinfeld, que se apaixona por uma mulher bem mais jovem, o que o leva a se envolver em uma série de situações inusitadas. Allen falou que o título do filme, que em português seria algo como “tudo aquilo que funcionar”, é uma referência à condição da existência humana. Viver seria tão angustiante em si, que valeria a pena utilizar qualquer estratégia que funcione para ser feliz, desde que isso não envolva ferir os outros. Mais uma vez o diretor trabalha com personagens atormentados pelas absurdas contingências da vida humana.

Li por aí que o filme estreia aqui em novembro, o que, como vocês sabem muito bem, quer dizer janeiro do ano que vem. Mais uma vez, cabe comentar: seria Woody Allen o cineasta norte-americano de renome mais mal distribuído no Brasil? Provavelmente.

E como Allen não para de trabalhar, já está em pré-produção com um outro longa-metragem. Segundo fontes inseguras, o filme vai se passar em Londres, terá no elenco Nicole Kidman, Antonio Banderas e Anthony Hopkings (combinação esquisita, não é não?) e seria uma comédia. Em 2010, Allen filmará na França e declarou que não descarta fazer um filme no Brasil. Alouuu, alguém precisa de uma terceira assistente de direção não remunerada, ou uma massagista de pés? Woody, liga pra mim, viu?

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